O vice-diretor do CERES, Mário Lourenço de Medeiros, acredita que o argumento pode levar novos cursos para o interior e reforçou a importância da isonomia de direitos. “Temos que tratar os desiguais de forma diferente. Se quem está no interior tem menos acesso aos cursos da capital, é preciso dar mais chance a esses alunos”.
Para a reitora Ângela Paiva Cruz, a aprovação do argumento reforça o aperfeiçoamento da UFRN com seu processo de interiorização. “A Universidade está cumprindo com sua responsabilidade social, colaborando com o desenvolvimento econômico, social e cultural do estado, e contribuindo com a inclusão social do ensino superior”.
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