A única proposta “mais ou menos”
consensual é a da coincidência dos mandatos. Há partidos querendo que as
três eleições – federal, estadual e municipal – sejam realizadas na
mesma data; enquanto outros querem que sejam em datas diferentes. Alguns
partidos estão querendo três datas diferentes, com um mês de separação
entre elas; há partidos que admitem duas datas diferentes: Uma para a
escolha dos candidatos “federais”, outra para as eleições estaduais e
municipais.
Todas as demais propostas são polêmicas,
inclusive o financiamento público das campanhas. O relator propõe um
sistema misto de votação. Quando o eleitor optar pelo voto de legenda, o
voto vai para a lista partidária “não fechada”, que Henrique Fontana
chamou de “100% flexível”. A lista será aprovada em convenção
partidária, na qual a proporcionalidade de sexo será preservada, com o
critério de colocar, em cada três nomes, um sendo de sexo diferente.
A outra opção é o eleitor votar no seu
candidato preferido - o voto “nominal”. A votação nominal é que vai
definir o listão de eleitos em cada partido, privilegiando os mais
votados nominalmente. Não existe consenso entre os partidos, nem mesmo,
dentro da bancada de cada sigla.
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