A nota assinada pelo presidente da entidade, Benes
Leocádio, enfatiza que "respeita o poder discricionário de cada gestor
quanto à decisão de realizar os eventos que considerar tradicionais,
relevantes e de importância imprescindível para fomentar a atividade
econômica do município".
Em menos de um mês de atual gestão nos municípios do Rio Grande do
Norte, seis cidades do Estado já decretaram atos de emergência ou
calamidade públicas, fato que chamou a atenção da Federação dos
Municípios do RN (Femurn) e gerou recomendação para que sejam evitados
gastos considerados supérfluos pelas Prefeituras. A Femurn orientou os
executivos municipais a não realizarem eventos festivos e/ou
socioculturais que impliquem em despesas capazes de comprometer a saúde
financeira e o funcionamento dos serviços básicos e essenciais.
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