Mossoró - O PDT de Mossoró está fechado com a candidatura do presidente estadual do partido, o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo, a governador. A confirmação foi dada pelos três vereadores pedetistas na cidade do Oeste – entre eles o presidente municipal, Claudionor dos Santos – e por outras lideranças locais da sigla, em encontro ontem com o pré-candidato. Havia rumores de que o partido estaria rachado politicamente em Mossoró, sobretudo em relação às eleições deste ano. Ele descartou a hipótese após se reunir com os correligionários na cidade e minimizou o que chamou de “divergências que são naturais em qualquer partido”.
As diferenças entre os pedetistas de Mossoró estão relacionadas principalmente ao apoio administrativo à gestão da prefeita Fafá Rosado (DEM). Uma ala do partido mantém o apoio à prefeita, enquanto outra defende uma postura de oposição à administração municipal. Carlos Eduardo ressaltou que o diretório estadual não tem nenhuma posição sobre esse assunto, por entender que se trata de uma atribuição exclusiva da direção municipal.
O diretório estadual só vai se pronunciar, deixou claro o pré-candidato, se houver alguma dissidência em relação à chapa representada pelo partido. “Mais que uma determinação pessoal, essa é uma questão legal, estabelecida pela lei de fidelidade partidária. Há instâncias partidárias apropriadas para analisar casos assim, como o Conselho de Ética. O fato é que, pela lei, quem for filiado e não seguir a orientação partidária pode enfrentar problemas com a Justiça”, comentou o líder do PDT potiguar.
Carlos Eduardo disse não acreditar este seja o caso em Mossoró, onde recebeu manifestações de apoio dos correligionários locais.
As diferenças entre os pedetistas de Mossoró estão relacionadas principalmente ao apoio administrativo à gestão da prefeita Fafá Rosado (DEM). Uma ala do partido mantém o apoio à prefeita, enquanto outra defende uma postura de oposição à administração municipal. Carlos Eduardo ressaltou que o diretório estadual não tem nenhuma posição sobre esse assunto, por entender que se trata de uma atribuição exclusiva da direção municipal.
O diretório estadual só vai se pronunciar, deixou claro o pré-candidato, se houver alguma dissidência em relação à chapa representada pelo partido. “Mais que uma determinação pessoal, essa é uma questão legal, estabelecida pela lei de fidelidade partidária. Há instâncias partidárias apropriadas para analisar casos assim, como o Conselho de Ética. O fato é que, pela lei, quem for filiado e não seguir a orientação partidária pode enfrentar problemas com a Justiça”, comentou o líder do PDT potiguar.
Carlos Eduardo disse não acreditar este seja o caso em Mossoró, onde recebeu manifestações de apoio dos correligionários locais.
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