O requerimento foi assinado por 15 dos 22 líderes. Esperidião Amim argumentou que os parlamentares foram cobrados durante todo o processo eleitoral sobre a urgência de uma reforma política e a Câmara não pode mais adiar a discussão do tema. Ele lembrou que a proposta que deve ser votada nesta quarta-feira pela CCJ foi elaborada por um grupo de trabalho em 2013.
Henrique Alves concorda que não há mais razão para adiar o debate e acredita que as divergências sobre o mérito da proposta poderão ser discutidas na comissão especial que será criada para analisar a PEC.
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