
O líder do PMDB na Câmara, deputado federal Henrique Eduardo Alves (RN), seria um dos beneficiários do mensalão do DEM, o esquema de desvio e distribuição de recursos públicos no governo do Distrito Federal descoberto pela Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal.
O nome do parlamentar potiguar veio à tona após a divulgação de um vídeo pela “Folha de São Paulo” em que Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do DF e delator do esquema de corrupção, aparece conversando com o empresário Alcir Collaço, dono do jornal Tribuna do Brasil e flagrado em vídeo colocando dinheiro na cueca, sobre a partilha de dinheiro para caciques peemedebistas.
Além de Henrique Eduardo Alves, outros nomes da cúpula do PMDB são citados como beneficiários do propinoduto de Brasília: o presidente da Câmara Federal, Michel Temer (SP) e os deputados federais Eduardo Cunha (RJ) e Tadeu Filippelli (DF).

No vídeo gravado pelo próprio Durval Barbosa, o ex-secretário afirma que o governador do DF José Roberto Arruda "dava um milhão por mês para Filippelli". O nome de Henrique Alves é citado a seguir pelo empresário Alcir Collaço, que menciona outro valor e detalha a suposta divisão: "É 800 pau [sic]. Quinhentos pro Filippelli, 100 para o Michel, 100 para Eduardo, 100 para Henrique Alves".
De acordo com a Folha, o vídeo foi entregue à Polícia Federal, mas não há menção na gravação a nenhum dos peemedebistas citados. Deputados federais só são investigados com autorização do Supremo Tribunal Federal.
Memória
Este não é o primeiro escândalo envolvendo o deputado federal Henrique Eduardo Alves. Em 2002, a ex-mulher do parlamentar, Mônica Infante de Azambuja, denunciou a existência de uma fortuna de US$ 15 milhões em nome do ex-marido no exterior.
Na época, Henrique Alves havia sido indicado pelo PMDB para ser o vice na chapa do tucano José Serra na disputa presidencial. Com a revelação de Mônica Azambuja, Henrique caiu em desgraça e terminou sendo substituído na chapa do PSDB.
no minuto.
O nome do parlamentar potiguar veio à tona após a divulgação de um vídeo pela “Folha de São Paulo” em que Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do DF e delator do esquema de corrupção, aparece conversando com o empresário Alcir Collaço, dono do jornal Tribuna do Brasil e flagrado em vídeo colocando dinheiro na cueca, sobre a partilha de dinheiro para caciques peemedebistas.
Além de Henrique Eduardo Alves, outros nomes da cúpula do PMDB são citados como beneficiários do propinoduto de Brasília: o presidente da Câmara Federal, Michel Temer (SP) e os deputados federais Eduardo Cunha (RJ) e Tadeu Filippelli (DF).
No vídeo gravado pelo próprio Durval Barbosa, o ex-secretário afirma que o governador do DF José Roberto Arruda "dava um milhão por mês para Filippelli". O nome de Henrique Alves é citado a seguir pelo empresário Alcir Collaço, que menciona outro valor e detalha a suposta divisão: "É 800 pau [sic]. Quinhentos pro Filippelli, 100 para o Michel, 100 para Eduardo, 100 para Henrique Alves".
De acordo com a Folha, o vídeo foi entregue à Polícia Federal, mas não há menção na gravação a nenhum dos peemedebistas citados. Deputados federais só são investigados com autorização do Supremo Tribunal Federal.
Memória
Este não é o primeiro escândalo envolvendo o deputado federal Henrique Eduardo Alves. Em 2002, a ex-mulher do parlamentar, Mônica Infante de Azambuja, denunciou a existência de uma fortuna de US$ 15 milhões em nome do ex-marido no exterior.
Na época, Henrique Alves havia sido indicado pelo PMDB para ser o vice na chapa do tucano José Serra na disputa presidencial. Com a revelação de Mônica Azambuja, Henrique caiu em desgraça e terminou sendo substituído na chapa do PSDB.
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