
Membros da comissão técnica da seleção da Irlanda, jogadores, políticos e torcedores espalhados pelo mundo todo estão revoltados com o gol irregular da França no empate que carimbou o passaporte francês para a Copa. E muitos deles já pediram a anulação da partida. Mas a Fifa, segundo informa o jornal inglês "The Guardian", um dos mais respeitados da Inglaterra, descartou a ideia.
O diário afirma ter procurado um porta-voz da entidade. E a fonte negou categoricamente a possibilidade de revanche, referindo-se à Lei 5 das regras oficiais do esporte, que afirma que o árbitro tem autoridade total para fazer cumprir as Leis do Jogo e que as decisões do árbitro sobre os fatos são definitivas.
A revolta na Irlanda é geral. Jogadores reclamaram da decisão do árbitro de validar o gol e pediram a anulação do confronto. O Ministro da Justiça do país, Dermot Ahern, e o assistente da seleção irlandesa Liam Brady compartilham da mesma ideia.
- Milhões de pessoas em todo mundo viram que foi um lance ridículo, com dois toques na mão. Isso para não falar do duplo impedimento no início da jogada. Deveríamos colocar todos os nossos esforços nisso para pedir a marcação de um novo jogo. Eles provavelmente não vão aceitar, porque somos uma equipe pequena no mundo do futebol, mas vamos chamar a atenção para isso pelo menos - disse o ministro, que teria, segundo o jornal, feito um pedido formal ao presidente da Federação de Futebol da Irlanda, John Delaney, para que se dê entrada em um recurso formal na Fifa.
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