Por causa da grande seca que assola o semiárido nordestino, do
reaparecimento de pragas (como a mosca branca) e da falta de renovação
dos pomares, a safra de castanha de caju do Rio Grande do Norte
apresentará em 2012 uma queda vertiginosa – de aproximadamente 70 por
cento – em relação à média alcançada dos últimos anos, que vinha sendo
ao redor de 40 mil toneladas.
Em face disso, a colheita em curso não deverá ir muito além das 12
mil toneladas, o que afetará principalmente o já precário desempenho da
nossa agricultura familiar, que responde pela maior parte do cultivo de
cajueiros.
Diante dessa situação de crise, o Comitê Gestor da Cajucultura do Rio
Grande do Norte, está acatando a proposta do Sebrae/RN para que seja
estendida ao exercício de 2013 a campanha de renovação dos pomares
mediante a enxertia de mudas de cajueiro anão nas árvores antigas, as
quais representam cerca de 60 por cento dos plantios do Estado.
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