O que era simpatia virou compromisso: o senador Garibaldi Alves (PMDB) garantiu sábado (31), em entrevista a uma rádio de Assu, que votará na senadora Rosalba Ciarlini (DEM) em 2010.
“Eu só quero isso: votar em Rosalba. Não quero romper com (o presidente estadual do PMDB) Henrique Alves. Nós passamos 40 anos juntos na política e quero passar mais. Quero que me deixem fazer a melhor opção pra mim e o que eu acho que é a melhor opção pro Rio Grande do Norte".
Ele também disse que a senadora “está muito identificada” com o PMDB e “ninguém vai impedir” a manifestação dele pró-Rosalba. “Espero encontrar uma solução conciliatória com o deputado Henrique Alves. Só brigam quando os dois querem brigar, e eu não quero brigar com Henrique”.
Henrique Alves foi procurado pelo Nominuto.com para comentar o assunto, mas não atendeu ou retornou os telefonemas.
Ele defende que a base aliada do presidente Lula se repita no Rio Grande do Norte, o que significa manter o PMDB perto do PSB do pré-candidato Iberê Ferreira e longe do DEM de Rosalba Ciarlini e do senador José Agripino.
Do sucesso dessa empreitada depende também a eleição dele na presidência da Câmara Federal em 2010, quando o atual presidente, Michel Temer (PMDB), deve se licenciar do cargo para ser candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT).
Para resolver a questão, Henrique Alves idealizou em agosto a Unidade Potiguar, pacto firmado entre PMDB, PP, PR e PMN, com o objetivo de manter a base aliada unida.
Mas o pacto se dissipou quando o vice-governador Iberê Ferreira se lançou candidato, há duas semanas, e os deputados Robinson Faria (PMN) e João Maia (PR) manifestaram o desejo de disputarem o pleito por uma via alternativa.
Sobre a Unidade Potiguar, Garibaldi Alves disse: “A essa altura, ela não vai atingir os objetivos até porque os objetivos não foram bem definidos. O grande pecado desse pacto foi não ter ficado bem claro o que é que ele desejava”.
O senador já havia demonstrado que levaria a sério a simpatia pelo DEM quando assumiu para o presidente Lula, em 13 de outubro, que preferiria votar em Rosalba Ciarlini.
Na época, ele postou no twitter: “O momento agora é de trabalhar por uma decisão consensual do PMDB/RN. Estou desde já empenhado nessa tarefa”.
Garibaldi Alves acha que as eleições de 2006, em que ele disputo - e perdeu - o governo do estado, o afastou definitivamente da governadora Wilma de Faria, que responde pelo comando da base aliada.
Naquela ocasião, ele fez dobradinha com Rosalba Ciarlini, que acabou se elegendo senadora.
Fonte no minuto.
“Eu só quero isso: votar em Rosalba. Não quero romper com (o presidente estadual do PMDB) Henrique Alves. Nós passamos 40 anos juntos na política e quero passar mais. Quero que me deixem fazer a melhor opção pra mim e o que eu acho que é a melhor opção pro Rio Grande do Norte".
Ele também disse que a senadora “está muito identificada” com o PMDB e “ninguém vai impedir” a manifestação dele pró-Rosalba. “Espero encontrar uma solução conciliatória com o deputado Henrique Alves. Só brigam quando os dois querem brigar, e eu não quero brigar com Henrique”.
Henrique Alves foi procurado pelo Nominuto.com para comentar o assunto, mas não atendeu ou retornou os telefonemas.
Ele defende que a base aliada do presidente Lula se repita no Rio Grande do Norte, o que significa manter o PMDB perto do PSB do pré-candidato Iberê Ferreira e longe do DEM de Rosalba Ciarlini e do senador José Agripino.
Do sucesso dessa empreitada depende também a eleição dele na presidência da Câmara Federal em 2010, quando o atual presidente, Michel Temer (PMDB), deve se licenciar do cargo para ser candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT).
Para resolver a questão, Henrique Alves idealizou em agosto a Unidade Potiguar, pacto firmado entre PMDB, PP, PR e PMN, com o objetivo de manter a base aliada unida.
Mas o pacto se dissipou quando o vice-governador Iberê Ferreira se lançou candidato, há duas semanas, e os deputados Robinson Faria (PMN) e João Maia (PR) manifestaram o desejo de disputarem o pleito por uma via alternativa.
Sobre a Unidade Potiguar, Garibaldi Alves disse: “A essa altura, ela não vai atingir os objetivos até porque os objetivos não foram bem definidos. O grande pecado desse pacto foi não ter ficado bem claro o que é que ele desejava”.
O senador já havia demonstrado que levaria a sério a simpatia pelo DEM quando assumiu para o presidente Lula, em 13 de outubro, que preferiria votar em Rosalba Ciarlini.
Na época, ele postou no twitter: “O momento agora é de trabalhar por uma decisão consensual do PMDB/RN. Estou desde já empenhado nessa tarefa”.
Garibaldi Alves acha que as eleições de 2006, em que ele disputo - e perdeu - o governo do estado, o afastou definitivamente da governadora Wilma de Faria, que responde pelo comando da base aliada.
Naquela ocasião, ele fez dobradinha com Rosalba Ciarlini, que acabou se elegendo senadora.
Fonte no minuto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário