BRASÍLIA - O PSDB formalizará na tarde desta terça-feira sua retirada do Conselho de Ética do Senado. O presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), que integra o colegiado, informou há pouco que "o PSDB já está fora do Conselho".
Além de Guerra, os tucanos têm outra vaga de titular no Conselho, ocupada pela senadora Marisa Serrano (MS), e uma suplência exercida pelo líder da bancada no Senado, Arthur Virgílio (AM). Segundo Sérgio Guerra, a bancada vai se reunir daqui a pouco, no tradicional almoço das terças-feiras, no gabinete do senador Tasso Jereissati (CE), mas há um consenso em relação ao conselho. "No formato como está e com essa orientação representando maiorias e minorias, com interesses partidários, o Conselho não serve mais", disse.
Embora senadores da base aliada e da oposição já tenham defendido a extinção do colegiado, o PSDB e o DEM estão discutindo uma proposta alternativa. A ideia é manter o Conselho em funcionamento com apenas um representante de cada partido para acabar com a luta política interna. Na visão dos tucanos, o Conselho se transformou em um terreno loteado entre os partidos.
O senador petista Tião Viana (AC) foi um dos que chegou a defender a extinção do Conselho, mas, em conversa com tucanos e democratas, revelou que já recuou desta ideia e aceita discutir um novo formato para o colegiado.
Além de Guerra, os tucanos têm outra vaga de titular no Conselho, ocupada pela senadora Marisa Serrano (MS), e uma suplência exercida pelo líder da bancada no Senado, Arthur Virgílio (AM). Segundo Sérgio Guerra, a bancada vai se reunir daqui a pouco, no tradicional almoço das terças-feiras, no gabinete do senador Tasso Jereissati (CE), mas há um consenso em relação ao conselho. "No formato como está e com essa orientação representando maiorias e minorias, com interesses partidários, o Conselho não serve mais", disse.
Embora senadores da base aliada e da oposição já tenham defendido a extinção do colegiado, o PSDB e o DEM estão discutindo uma proposta alternativa. A ideia é manter o Conselho em funcionamento com apenas um representante de cada partido para acabar com a luta política interna. Na visão dos tucanos, o Conselho se transformou em um terreno loteado entre os partidos.
O senador petista Tião Viana (AC) foi um dos que chegou a defender a extinção do Conselho, mas, em conversa com tucanos e democratas, revelou que já recuou desta ideia e aceita discutir um novo formato para o colegiado.
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