Na manhã desta segunda-feira (8), os sem-terra fecharam os portões da sede do INCRA, em Petrópolis e mantém os funcionários presos. Eles reivindicam a volta de programas nacionais, como o Pronera, que beneficia assentados de todo o país, e a entrega de titulos de terra.
Segundo o superintendente do INCRA, Paulo Sidney, os assentados estão participando de uma mobilização nacional. “Está acontecendo isso em outros estados como Pernambuco, Ceará e Paraíba”, explica.
Paulo contou que ainda não conversou com o líder do movimento, mas a pauta local tem como motivo a paralisação de um programa educacional. “O problema é nacional, junto ao MEC. A centralização dos recursos para o programa está prejudicando os assentados do Estado”, justifica.
Segundo o superintendente do INCRA, Paulo Sidney, os assentados estão participando de uma mobilização nacional. “Está acontecendo isso em outros estados como Pernambuco, Ceará e Paraíba”, explica.
Paulo contou que ainda não conversou com o líder do movimento, mas a pauta local tem como motivo a paralisação de um programa educacional. “O problema é nacional, junto ao MEC. A centralização dos recursos para o programa está prejudicando os assentados do Estado”, justifica.
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