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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A ÚNICA MULHER ELEITA VEREADORA EM CERRO CORÁ FOI A MAIS VOTA E VAI FESTEJAR SUA VITÓRIA PRÓXIMO DIA 29 DE NOVEMBRO

A VEREADORA GRAÇA OLIVEIRA(PNM) ELEITA EM PRIMEIRO LUGAR NO ULTIMO DIA 05 DE OUTUBRO COM MAIS 400 VOTOS TORNANDO - SE A ÚNICA MULHER ELEITA, E DEPOIS DE ALGUNS ANOS A CÂMARA DE VEREADORES DE CERRO CORÁ VOLTARAR A TER UMA REPRESENTANTE FEMININA,GRAÇA PRETENDE RECEBER SEUS ELEITORES FAMILIARES E AMIGOS EM SUA CONFRATERNIZAÇÃO NO PRÓXIMO DIA 29 DE NOVEMBRO NO SITIO DE SEUS FAMILIARES NA SERRA DE SANTANA,ESPERA-SE UMA GRANDE FESTA.

ESCOLAS MUNICIPAIS VÃO REALIZAR ELEIÇÕES PARA DIRETORES

03 escolas municipais de Cerro Corá estão se preparando para realizarem eleições para escolha de seus diretores são elas:BELMIRA VIANA,SEBASTIANA ALVES NOGA E MANOEL BELMINO. Apenas a escola Sebastiana terá duas chapas as outras terá chapa única,teram direito a voto pais de alunos,professores,funcionários da escola e alunos maiores de 16 anos, a eleição está prevista para o dia 01 de Dezembro.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

VEREADOR MANOEL DE CLAÚDIO FESTEJA SUA VITORIA ENTRE AMIGOS E CORRELIGIONÁRIOS


O VEREADOR REELEITO MANOEL DE CLAÚDIO REALIZOU NESTE SÁBADO 08/NOV A FESTA DE SUA VITÓRIA NA ÚLTIMA ELEIÇÃO,MANOEL QUE ESPERAVA SER O VEREADOR MAIS VOTADO EM CERRO CORÁ FOI SURPREENDIDO PELO SEUS ADVERSÁRIOS E FICOU EM TERCEIRO LUGAR EM NUMERO DE VOTOS MAS MESMO ASSIM ELE FICOU SATISFEITO SEMPRE CONTANDO COM O APOIO DOS SEUS FILHOS E FAMILIARES MANOEL DE CLAÚDIO UM AGRICULTOR E IMPRESÁRIO MANTEVE SUA MODESTIA E REALIZOU UMA FESTA PARA NINGUÉM BOTAR DEFEITO POR LÁ ESTIVERAM O ATUAL PREFEITO JOÃO BATISTA E SUA ESPOSA,O PREFEITO ELEITO NOVINHO E ESPOSA E TAMBÉM ESTEVE PRESENTE O DEPUTADO ESTADUAL NELTER QUEIROZ ALÉM DE VEREADORES LIDERANÇAS POLITICAS DE CERRO CORÁ E OUTROS MUNICIPIOS ALÉM É CLARO DOS OUTROS CONVIDADOS QUE FORAM MUITOS.
QUERO PARABENIZAR O VEREADOR MANOEL DE CLAÚDO PELA FESTA E DESEJA-LO BOA SORTE.

ACIDENTE DE MOTO É UMA CONSTANTE EM CERRO CORÁ

Neste final de semana mais acidente envolvendo moto em Cerro Corá uma vitima continua hospitalizado e a outra, a outra vitima infelizmente não resistiu aos ferimentos e faleceu,isso é trágico para nós anunciar esse tipo de notícias, mais a imprudência em Cerro Corá e comum crianças andarem de carro e moto detalhe sem capacete sem habilitação e mais sem fiscalização.
Tá na hora de alguém fazer algo ou infelizmente vamos ter que pedir ao próximo prefeito que construa outro cemitério.

GERALDO MELO SONHA COM ROSALBA CIARLINI NO PSDB

EM MATÉRIA PÚBLICADA PELA A TRIBUNA DO NORTE FEITA PELA RÉPORTE (Anna Ruth Dantas)
O presidente estadual da legenda, Geraldo Melo, afirma que o PSDB não deve ser subestimado e muitos irão se surpreender com o desempenho em 2010. O tucano demonstra que a legenda está em expansão e dá mostras de que buscará atrair líderes políticos para o partido. Um desses focos está na senadora Rosalba Ciarlini, cotada para ser candidata a governadora em 2010. Veja a entrevista que o presidente estadual do PSDB, Geraldo Melo,concedeu à TRIBUNA DO NORTE.
O PSDB no país se mostra um partido forte, prova é que tem dois pré-candidatos à Presidência (José Serra e Aécio Neves). No entanto, no Rio Grande do Norte elegeu apenas quatro prefeitos. Não é uma contradição entre as dimensões do partido no país e no Estado?
Não. É curioso que aqui no Rio Grande do Norte o PSDB como estrutura partidária é um partido muito pequeno, embora há partidos que são igualmente pequenos e conseguem fazer um ruído tal que se pensa que são grandes. Mas isso é outra coisa. Deixo isso para você fazer um exercício pessoal e descobrir a quem estou me referindo. O PSDB já era pequeno na eleição passada de presidente da República e, curiosamente, nós demos ao nosso candidato a presidente a mais alta votação proporcional que ele teve em todo o Nordeste. Há pouco tempo fizemos uma pesquisa em Natal e tínhamos, de um lado, a confirmação da grande popularidade do presidente Lula, com mais de 60% de aprovação. Mas tínhamos também o nome de José Serra para presidente da República com 44%. De maneira que agora não estamos olhando para trás. Nosso projeto para frente é 2010. Eu acho que em 2010 a voz do PSDB, inclusive no Rio Grande do Norte, será ouvida novamente.
O PSDB é subestimado no Rio Grande do Norte?
Existe uma certa subestimação há muito tempo porque, na verdade, a minha presença no primeiro time na classe política do Estado tomava o lugar de alguém. Havia um entendimento silencioso para que se deixasse Geraldo Melo sempre isolado. Esse isolamento foi alguma coisa que terminou me cobrando um preço muito alto como esse que estou pagando. Sempre fui subestimado e já não me refiro nem ao PSDB, mas a mim mesmo, pessoalmente. Tenho que encarar essa situação com humildade, mas não aceito humilhação. Por isso é que tenho que dizer com toda clareza: podem continuar me subestimando, mas quem estiver pensando que eu estou morto politicamente, comete um grande engano. Está quase na hora de mostrar que não é bem isso.
O senhor quer dizer o que com o “Mostrar que não é bem isso”?
Quero dizer que estou presente na vida pública, que vou participar da eleição de 2010. Tenho hoje consciência de estar integrado no projeto liderado pela governadora, mas obrigatoriamente vai ter que chegar o momento que alguém venha me dizer qual a proposta que faz para a minha participação nesse projeto. Isso é alguma coisa que eu ainda não estou cobrando de ninguém, estou apenas esperando que se faça. Se o momento de fazer for ultrapassado, eu saberei dizer como é que vai ter que ser aberto um espaço que, uma vida inteira de dedicação ao Rio Grande do Norte e ao país, me dá o direito de ter.
O senhor falou sobre o “primeiro time da política no Estado”. O senhor está nesse grupo?
Não sei. Isso não compete a mim. Não estou entre as pessoas que ocupam os cargos destinados a pessoas de primeiro time, mas estou sim entre as que vão influenciar nos rumos que o Estado vai ter. As pessoas gostem ou não, me subestimem ou não, mas estou nesse grupo. Não vai dar ainda para fazer tudo no Rio Grande do Norte ignorando nossa presença. Por isso digo, temos um horizonte de prazos para aguardar qual a proposta que irão nos fazer para 2010. Há umas coisas que a gente já sabe, por exemplo: estou no comando do PSDB e estarei até 2010. O PSDB está de braços abertos para receber novos líderes políticos. Mas ninguém vai entrar no PSDB atropelando o que já existe nem passando por cima de nada e de ninguém. Mas queremos abrir as portas para companheiros que queiram nos fortalecer. Isso é uma coisa que nos causará muita alegria.
Se o PSDB está de “braços abertos”, o prefeito Carlos Eduardo ou o deputado federal Rogério Marinho poderiam ingressar no partido?
Sem dúvida nenhuma, desde que eles nos digam que querem se filiar. Tenho visto nos jornais alguma coisa em relação ao deputado Rogério Marinho, que é uma pessoa com quem tenho relacionamento pessoal muito bom, mas ele ainda não achou que devesse me comunicar nada. E o prefeito Carlos Eduardo é meu amigo. Mas ele nunca me falou sobre esse assunto. Eu gostaria muito de contar com os dois dentro do PSDB, como acho que há espaço para outras pessoas. Por que não trazer Rosalba para o PSDB? Sei que ela está muito bem no partido dela, mas a engenharia política do Estado permitiria que se abrissem espaço no PSDB (para Rosalba). Claro que o PSDB tem interesse em Mossoró. Temos companheiros bravos em Mossoró. Temos relação em Mossoró com Sandra e Laíre Rosado. Eles estão muito bem no partido, mas quero que saibam que, se um dia eles precisarem se acomodar em algum lugar, o PSDB está de braços abertos. Sei que há dificuldades porque nesse momento nem o deputado Rogério Marinho, nem a senadora, nem Sandra, nem ninguém que tenha mandato podem cogitar sair do seu partido para vir para o nosso, porque há compromissos que a lei exige. Fala-se que vem uma janela (para a mudança de partido). Se essa janela vier, eles abrem a janela e nós abrimos as portas. Vamos ver o que acontece. Mas é como já disse uma vez, por enquanto as coisas, estão acontecendo assim: as pessoas não falam comigo porque, naturalmente, perderam o número do meu telefone. Elas não vêm aqui, porque não sabem onde moro. Mas daqui para 2010 todo mundo vai achar de novo o número do do meu telefone e o meu endereço.
A filiação da senadora Rosalba Ciarlini seria um dos principais objetivos do PSDB?
Não existe ninguém que desperte o interesse maior do que outros. Ela seria muito bem vinda. Como seria muito bem vindo o deputado Betinho Rosado que, inclusive, não sei se está bem acomodado no DEM. Mas, por outro lado, isso não pode ser feito atropelando os interesses do DEM, como se fosse uma atitude de hostilidade em relação ao DEM. Eu sou do PSDB e o DEM é nosso aliado. Tivemos nossas brigas aqui no Rio Grande do Norte, mas são coisas do passado. Estou olhando para o futuro. Na construção do futuro, o PSDB e o DEM estarão juntos. Interessa ao PSDB do Rio Grande do Norte que essa aliança seja preservada. Digo até mais: tive todos os problemas que o Rio Grande do Norte sabe em relação a José Agripino, mas novamente, do mesmo jeito que fiz há quatro anos, se couber ao DEM indicar o vice-presidente na chapa de Serra, todos nós do Rio Grande do Norte deveríamos nos unir ao nome de José Agripino. Naturalmente, ele não foi indicado da outra vez, mas só pode ter queixa do próprio partido dele, que foi quem escolheu o nome. Para o Rio Grande do Norte, seria muito importante ter um vice-presidente na chapa do candidato do PSDB, seja Serra, seja Aécio. Mas nós estamos procurando abrir muito mais portas. O PMDB, por exemplo, é um partido que integra a base do presidente Lula. Mas há interesses legítimos do PMDB que estão em jogo nesse momento, como presidências da Câmara e do Senado, explicitando algumas contradições. O PMDB de São Paulo já esteve ao lado do candidato do DEM a prefeito, que uniu todos nós.
Geraldo cogitou disputar vaga na Câmara Municipal
Nesta segunda parte da entrevista, o ex-senador Geraldo Melo responde sobre as perspectivas de alianças do PSDB para 2010 no Rio Grande do Norte. Ele comenta também sobre os nomes que são apontados como prováveis candidatos ao Senado e ao governo do Estado. Admite que pode concorrer a qualquer um dos cargos que estarão em disputa no RN nas próximas eleições. E revela que chegou a pensar em se candidatar a vereador neste ano.
Observando o cenário de 2010 no Estado, o nome mais forte hoje para disputar o governo seria o da senadora Rosalba Ciarlini?
Não posso dizer isso. Acho que há muitos nomes fortes. Não é só a difusão do nome. Você não pode ignorar opções como a de Iberê Ferreira que, na eleição, será o governador do Estado. Você não pode ignorar Robinson Faria, que já demonstrou uma força política muito grande. Há outros nomes que circulam como de João Maia, que postula à maneira dele. E quero relembrar uma coisa: não esqueçam de ver qual o lugar de Geraldo Melo dentro dessa confusão.
O lugar de Geraldo Melo será no Executivo ou no Legislativo?
Não sei. Estou esperando qual será a proposta.
O senhor já demonstrou em entrevistas anteriores, que tem interesse em ir para a Câmara dos Deputados. Esse sentimento permanece?
Não estou decidido a isso. Mas é uma coisa que posso decidir fazer sem precisar de muita articulação política. Seria uma decisão tomada. Se nós pudermos construir uma outra decisão... Talvez terminem encontrando o que eu esteja desejando. Mas, se nada surgir, acho que tenho o direito de postular uma cadeira na Câmara Federal. Isso seria uma coisa que me envaideceria muito.
Mas hoje seria viável para o senhor?
Na verdade, não sou hipócrita e tenho noção muito clara dos problemas que eu teria para uma candidatura minha enfrentar. Não pretendo ficar como um candidato que se obstinou a ser senador e só pode na vida disputar o Senado. Quero inclusive lhe dizer que por pouco não fui candidato neste ano. Mas não foi candidato a prefeito. Por pouco eu não fui candidato a vereador. E não acho que isso seja nada demais.
Faltou o que para o senhor ser candidato a vereador?
Faltou uma decisão. Heloísa Helena foi minha colega no Senado. É a presidente nacional do PSOL. E acaba de se eleger vereadora em Maceió. Não me diminuiria ser vereador. Ao contrário, me sentiria muito bem ter uma tribuna onde poderia dizer o que acho sobre Natal. Não vou ficar o resto da minha vida sentado nessa poltrona [da casa dele].
O que o senhor pretendia com a candidatura a vereador?
Pretendia dar uma contribuição para que meu partido tivesse uma representação na Câmara Municipal de Natal. Eu acho que teria uns votinhos para dar uma modificada na composição da Câmara. Mas acontece que tinha outros deveres e tive que cuidar deles. Se eu fosse candidato em Natal, teria limitado minha atuação na eleição municipal.
Dos nomes de José Agripino, Garibaldi Filho e Wilma de Faria na disputa para o Senado, quem seria formaria uma chapa da preferência do senhor?
Hoje há muita coisa que precisaria ser resolvida. Evidente que eu, pertencendo como pertenço à base aliada da governadora Wilma de Faria, acho que o nome dela estaria de qualquer maneira nessa chapa. Mas ainda tem lugar.
O senhor está mais próximo hoje do senador Garibaldi Filho ou de José Agripino Maia?
Estou próximo de todos. Embora,neste momento, o senador Garibaldi está muito mais próximo. Ele nos apoiou em Ceará-Mirim. Ele tem ajudado o final do mandato de Edinólia. Mas, naturalmente, a eleição está distante. E tem a arquitetura nacional a ser definida, o que vai influenciar muito no Estado.
O deputado federal Henrique Alves defendeu, semana passada, a aliança da base da governadora para 2010, incluindo o PMDB. Agrada ao senhor esse cenário?
Acho um cenário que apenas terminaria de construir algumas coisas que eles já fizeram até agora. Seria um caminho natural.
Entre os pré-candidatos ao governo, Carlos Eduardo, Robinson Faria, Rosalba Ciarlini, João Maia e Iberê Ferreira, qual desses nomes saiu mais fortalecido das urnas em 2008?
Esse tipo de avaliação eu não fiz. Acho, por exemplo, no grupo que está próximo à governadora, você não pode separar João Maia, de Iberê e nem de Robinson. São pessoas que estão dentro do sistema que é maior que o espaço individual de cada um deles. O importante saber é qual vai ser no arranjo de forças finais de 2010. Aquele que venha a ser ungido para ser o candidato, estará apoiado por toda estrutura. Acho que a senadora (Rosalba Ciarlini) teve uma vitória lá em Mossoró, mas não teve nenhum resultado fora da sua área de influência direta que alterasse em nada sua posição eleitoral no Estado. Ela (Rosalba) se saiu bem na campanha, principalmente, porque teve na terra dela um resultado que eu, por exemplo, não tive na minha. Mas fora da área dela ela não contabiliza nenhuma vitória expressiva.
O prefeito Carlos Eduardo saiu enfraquecido por não ter elegido a sucessora?
Acho que, primeiro, Carlos Eduardo foi alcançado pelo fenômeno que os prefeitos que elegeram os sucessores são exceção e não regra. Não foi por isso que Carlos Eduardo se fortaleceu e deixou de se fortalecer. Agora, ele foi um dos arquitetos de uma solução política. E esse projeto não foi bem sucedido. A concepção do projeto talvez tenha sido mais prejudicial ao prefeito do que propriamente o resultado da eleição.
Dos cargos que estarão na disputa em 2010, o senhor só não foi deputado estadual e deputado federal...
Na verdade, você diga que fui governador, vice-governador e senador. Do ponto de vista pessoal acho que estou completo. Mas ainda posso contribuir. Não é questão de completar uma carreira pessoal. Estando em condições físicas e intelectuais, não vejo motivo para pendurar as chuteiras. O cargo de vice-governador em uma chapa pode não interessar a mim, mas pode interessar ao PSDB.
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